Criança de 5 anos é internada com dor no ouvido e morre uma semana depois com meningite

Arieli Gonçalves de cinco anos permaneceu no Hospital Universitário de Cascavel até a manhã desta segunda-feira (18), mais de vinte quatro horas desde a constatação da morte da menina vítima de meningite.

A família de Lindoeste autorizou a doação de órgãos, mas para garantir a captação do órgão era preciso mantê-la viva, mesmo depois da morte cerebral, para salvar os órgãos, nesta manhã o pai da criança questionou a demora para liberação do corpo.

De acordo com a 10ª Regional de Saúde, a liberação do corpo nestes casos é mais demorada porque os aparelhos precisam ser mantidos ligados até a localização dos receptores.

Segundo Miroslau Bailak, o fígado vai beneficiar receptor do Rio de Janeiro, rins de Curitiba e córneas ficaram em Cascavel.
O laudo oficial com a causa da morte também não foi liberado.

Arieli morreu na madrugada de domingo (17), a menina de Lindoeste estava internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Universitário com diagnóstico de meningite.

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