PM se passa por mulher e mata ex-jogador da seleção brasileira

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O crime aconteceu no litoral de São Paulo, município de São Vicente e a premeditação do crime chega a assustar o mais incrédulo dos seres humanos.

Matheus era um dos jogadores de hóquei em patins e já jogou em nível internacional na seleção brasileira, disputando um mundial na França, entre outras competições.

O crime aconteceu na última segunda-feira, 18, a primeira informação que foi disponibilizada pela polícia dava conta que o crime seria um latrocínio, roubo seguido de morte, mas posteriormente descobriu-se tratar de um assassinato premeditado.

A polícia desvendou o crime e o criminoso por conta de mensagens que foram enviadas ao celular da vítima, momentos antes do crime, o assassino atraiu a vítima se passando por sua namorada e “dando em cima” do bonitão.

O policial Jarbas Colferai Neto matou Matheus Garcia Vasconcelos com um tiro certeiro na nuca.

Com as mensagens no celular da vítima, um suspeito do crime já havia sido identificado, era o policial militar Jarbas Neto, a polícia então foi buscar imagens de câmeras de segurança próximas ao local do crime e a suspeita se confirmou.

O crime foi premeditado, pois as mensagens trocadas no celular da vítima com outra pessoa, que supostamente seria uma mulher amiga, na verdade o levaria para a morte, era seu algoz.

O policial tinha muito ciúme do jogador de hóquei com sua namorada, após trocadas as mensagens, Jarbas, simulando ser sua namorada, marca um encontro com o jogador.

O encontro não passava de uma embosca e ao chegar no local, Matheus foi atingido na cabeça pelo algoz.

Os bombeiros e o Samu ainda tentaram reanimar o jovem, mas ao chegar no hospital ele estava morto.

Jarbas Neto havia concluído o curso superior para formação de soldado no último ano, mas por conta de um processo para exoneração, não atuava nas ruas do município de São Vicente.

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O processo foi aberto no final de 2016 e segundo testemunhas de colegas, o processo que o rapaz responde envolve posse de drogas incluindo maconha e cocaína no armário do policial.

Jarbas responderá pelo crime de assassinato, mas as qualificadoras devem aumentar a pena do assassino que premeditou friamente o crime e tendo um motivo completamente torpe.

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