PM se passa por mulher e mata ex-jogador da seleção brasileira

0
186

O crime aconteceu no litoral de São Paulo, município de São Vicente e a premeditação do crime chega a assustar o mais incrédulo dos seres humanos.

Matheus era um dos jogadores de hóquei em patins e já jogou em nível internacional na seleção brasileira, disputando um mundial na França, entre outras competições.

O crime aconteceu na última segunda-feira, 18, a primeira informação que foi disponibilizada pela polícia dava conta que o crime seria um latrocínio, roubo seguido de morte, mas posteriormente descobriu-se tratar de um assassinato premeditado.

A polícia desvendou o crime e o criminoso por conta de mensagens que foram enviadas ao celular da vítima, momentos antes do crime, o assassino atraiu a vítima se passando por sua namorada e “dando em cima” do bonitão.

O policial Jarbas Colferai Neto matou Matheus Garcia Vasconcelos com um tiro certeiro na nuca.

Com as mensagens no celular da vítima, um suspeito do crime já havia sido identificado, era o policial militar Jarbas Neto, a polícia então foi buscar imagens de câmeras de segurança próximas ao local do crime e a suspeita se confirmou.

O crime foi premeditado, pois as mensagens trocadas no celular da vítima com outra pessoa, que supostamente seria uma mulher amiga, na verdade o levaria para a morte, era seu algoz.

O policial tinha muito ciúme do jogador de hóquei com sua namorada, após trocadas as mensagens, Jarbas, simulando ser sua namorada, marca um encontro com o jogador.

O encontro não passava de uma embosca e ao chegar no local, Matheus foi atingido na cabeça pelo algoz.

Os bombeiros e o Samu ainda tentaram reanimar o jovem, mas ao chegar no hospital ele estava morto.

Jarbas Neto havia concluído o curso superior para formação de soldado no último ano, mas por conta de um processo para exoneração, não atuava nas ruas do município de São Vicente.

Veja Também  Troca de tiros deixa três mortos e criança ferida na zona norte do Rio

O processo foi aberto no final de 2016 e segundo testemunhas de colegas, o processo que o rapaz responde envolve posse de drogas incluindo maconha e cocaína no armário do policial.

Jarbas responderá pelo crime de assassinato, mas as qualificadoras devem aumentar a pena do assassino que premeditou friamente o crime e tendo um motivo completamente torpe.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here