Ansiedade custa R$ 1,3 bilhão à Previdência

O Brasil é um país ansioso. Dados divulgados nesta semana pela Secretaria da Previdência, o número de pessoas que sofrem com a condição e recebem auxílio-doença cresceu 17%.

O transtorno de ansiedade tem como sintomas a taquicardia, sudorese, dor no peito, palpitação, medo constante e o isolamento social, o que pode impedir, temporariamente, que a pessoa trabalhe normalmente.

Com o crescimento no número de pessoas afastadas de suas atividades, os gastos do INSS, somente com pacientes que sofrem de ansiedade, atingiu o R$ 1,3 bilhão.

Em entrevista ao jornal o Globo, a mestre em psicologia Rita Martins explica que uma das explicações para a evolução da doença é a crise.

“As incertezas quanto à manutenção dos empregos ou os os elevados índices de desemprego; a violência fora de controle dos grandes centros urbanos; a descrença política e a própria superficialidade das relações contribuem para o adoecimento da população”, explica ela.

O tratamento do transtorno de ansiedade inclui terapias, mudanças de hábitos e, se necessário, o uso de medicamentos.

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Mauricio Dias

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