Pesquisadora revela o perigo que o “sal rosa” causa ao organismo

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De acordo com a Palestra da pesquisadora Conceição Trucom, que é pesquisadora, palestrante e escritora sobre temas voltados para alimentação natural. A pesquisadora avaliou 2 amostras de sal rosa e encontrou gesso, carbonatos e sulfatos principalmente de ferro e silicato (areia); Quanto mais rosa mais resíduo. Por isso a diferença tão grande de preço.

O sal do Himalaia não é falso. Ele é assim mesmo contaminado com sais de ferro e sílica inorgânica (areia ou quartzo que são abrasivos e não assimilável pelo nosso organismo) que são insolúveis e gesso, um sal a base de cálcio (inadequado à saúde humana).

O Sal não se dissolve em água, mesmo durante várias horas em repouso. E todo sal tem que dissolver em água; Um sal para consumo humano não pode de maneira alguma conter insolúveis (traços ou percentuais acima de 10 ppm).

Tem um elevado teor de flúor e areia nesse famoso sal, que usa o nome Himalaia para soar melhor, quando na verdade vem do Paquistão. O excesso de flúor altera nossa glândula pineal ou epífese e areia mexe com crianças, problemas renais.

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