Inteligência artificial do Google aprendeu a replicar a si mesma

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Uma inteligência artificial “ensinando coisas a si mesma” é o típico pesadelo da ficção científica – como quando a Skynet começa a “aprender geometricamente” em ‘O Exterminador do Futuro 2’. Apesar disso, o Google já está fazendo experimentos com algo muito semelhante: ensinar um software de aprendizado de máquinas a criar mais softwares com a mesma finalidade. O projeto AutoML já está criando softwares superiores aos desenvolvidos pelos melhores pesquisadores humanos.

Num teste onde diferentes sistemas tinham que marcar a localização de objetos numa imagem, o sistema criado pelas máquinas obteve uma pontuação de 43%, enquanto a melhor alternativa desenvolvida por um ser humano alcançou 39%, de acordo com o site Wired.  Sundar Pichai, CEO do Google, anunciou a nova iniciativa chamada ‘Grow with Google’, com o objetivo de ajudar norte-americanos a obter as habilidades necessárias para fazer um determinado trabalho, encontrar um emprego ou desenvolver seu negócio próprio, durante uma conferência nos escritórios da empresa em Pittsburgh, na Pensilvânia, em 12 de outubro de 2017. (AP Photo/Keith Srakocic)

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O objetivo final, obviamente, não é fazer com que os computadores dominem o nosso planeta: é reduzir o custo de produção de softwares voltados para o aprendizado de máquinas, o que pode ter um impacto positivo nas áreas da saúde e da tecnologia. O CEO do Google, Sundar Pichai, falou sobre o software na semana passada, dizendo: “Atualmente estes sistemas são desenvolvidos por cientistas especializados no aprendizado de máquinas, e há literalmente alguns poucos milhares de pessoas ao redor do mundo capazes de fazer isso”. “Queremos permitir que centenas de milhares de desenvolvedores possam fazer o mesmo”.

Rob Waugh

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