Mãe do aluno morto que praticou bullying, manda recado para quem está julgando

A mãe do garoto João Pedro, de apenas 13 anos, morto no massacre do Colégio Goyases, deu as suas primeiras declarações após a morte do filho pelas redes sociais. Bárbara Melo afirma estar despedaçada com a partida do filho. A mulher ainda pediu a Deus que com o tempo, restaure-a novamente. Na mesma postagem, feita no Instagram, a mãe da vítima ainda afirma que sempre, junto com o marido, foi presente e responsável. O objetivo dos pais foi sempre tentar dar a melhor educação para os três filhos.

Sobre as diversas críticas contra as crianças que teriam feito bullying com o atirador, Bárbara pediu para que ninguém julgasse João Pedro. A mulher lembrou que todos são humanos e são falhos, mas que tentam acertar todos os dias. Em outra postagem, dessa vez publicada no Facebook, Bárbara apenas colocou uma imagem com a palavra luto. Nela, diversos amigos e parentes fizeram grandes declarações de apoio para a família.

Após o ocorrido, o professor Flavio Roberto de Castro, que é presidente do Sindicato de Estabelecimentos Particulares de Ensino em Goiás (Sepe), ainda não sabe quando o colégio terá as suas aulas retomadas. O docente destacou que ainda quer fazer uma reunião com todas as as famílias e alunos para preparar a volta às aulas.

A tragédia em Goiás

O atentado contra a vida de alunos e professores aconteceu ainda na manhã de sexta-feira (20). Um aluno, que é filho de policiais militares, entrou com uma pistola em uma sala de aula do oitavo ano e efetuou 13 disparos. João Vitor e João Pedro, ambos de 13 anos, faleceram no local. Os dois meninos foram enterrados ainda no sábado (21). Além das duas vítimas fatais, a tragédia ainda contou com quatro estudantes que ficaram feridos, todos do oitavo ano. As primeiras informações divulgadas pela polícia dão conta de que o atirador sofria frequentemente com bullying e por isso, revoltou-se, e fez o atentado.

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Em primeiro momento, a Justiça do Estado de Goiás determinou que o garoto passará por uma internação de 45 dias, para depois ser julgado. O pai da vítima, que é Major da Polícia Militar, disse estar ainda extremamente abalado com o que aconteceu.

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