Sogro mata genro que arrastava sua filha pelos cabelos e ameaçava matá-la

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As constantes agressões de um homem contra a mulher terminaram em tragédia em São Sebastião do Maranhão (MG), na Região do Rio Doce. Rodrigo Pio Simin, de 31 anos, foi assassinado pelo sogro que o flagrou arrastando a companheira pelo cabelo e ameaçando matá-la com uma foice. A menina ainda estava com um filho recém-nascido no colo, segundo a Polícia Militar (PM). Rodrigo foi agredido na cabeça com um pedaço de madeira.

O caso aconteceu por volta das 19h30 do último domingo (29/10). De acordo com a PM, Rodrigo começou a agredir a esposa e a ameaçou com um facão. Uma testemunha flagrou a briga e conseguiu retirar a arma das mãos dele. O objeto foi jogado fora. Aproximadamente 30 minutos depois, o homem teve um surto e pegou uma foice.

Em seguida, arrastou a companheira, que estava com o filho no colo, pelo cabelo. A violência foi tão intensa que durante o trajeto que parte do couro cabeludo da garota foi arrancado, segundo consta no boletim de ocorrência. O pai dela flagrou as agressões e foi defender a filha. Neste momento, Rodrigo o atingiu com um golpe na cabeça. O sogro caiu e começou a levar vários chutes.

De acordo com a PM, neste momento a mulher colocou o filho no chão e empurrou o homem que agredia o seu pai. O sogro, então, se levantou, pegou um pedaço de madeira que estava próximo e deu vários golpes na cabeça de Rodrigo, que morreu no local. Em seguida, o homem fugiu e ainda não foi encontrado.

A mulher agredida contou aos policiais que Rodrigo era usuário de drogas desde 16 anos e que ultimamente estava intensificando o uso de entorpecentes. Na casa dele, foram encontradas 10 buchas de maconha e materiais para embalar o material.

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Em depoimento, a garota informou que estava morando em Belo Horizonte, mas voltou para São Sebastião do Maranhão devido as constantes agressões que estava sofrendo nos últimos meses do marido. A Polícia Civil já está investigando o caso. O pai não foi preso e, segundo o histórico do reds, agiu em legítima defesa. Mas a tese será investigada.

Com informações (Estado de Minas)

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