Mulher mata marido e, também 14 membros da família por engano; Entenda o caso

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A paquistanesa Asiya Bibi, de 20 anos, pode ser considerada a primeira criminosa a cometer um atentado sem querer. Forçada a casar-se ainda em setembro, a jovem pretendia envenenar o marido Amjad Akram, de 25 anos, para poder livrar-se do matrimônio forçado que aconteceu na cidade de Muzaffargh, no sul do Paquistão.

Para conseguir matar o homem sem ninguém perceber, Bibi colocou veneno no leite. No entanto, no almoço de família, que contava com 27 convidados, a mãe de Akram sugeriu que ele colocasse aquele leite no lassi, uma bebida feita com iogurte. Todas pessoas acabaram tomando o veneno e mais 14 pessoas morreram, além do marido.

O crime cometido pela jovem está chocando o Paquistão. Além das mortes, as outras 12 pessoas que sobreviveram ainda estão internadas. O plano teria sido armado por Bibi com a ajuda do amante, Shahid Lashari e de uma tia, identificada como Zarina Mai.

A jovem queria executar o marido para que pudesse voltar a família com o homem que ela diz amar. O almoço que terminou em tragédia aconteceu ainda no dia 2a 24 de outubro.

No início, a viúva negou todas as acusações, mas admitiu que não queria casar-se com Akram. Em depoimento, Bibi relatou que os pais dela arranjaram um casamento que ela nunca aceitou e por causa disso, uma tragédia aconteceu.

A mulher também contou que já estava namorando Lashari quando o casamento foi combinado sem o seu consentimento e continuava encontrando o antigo namorado mesmo depois de ter participado da cerimônia.

Depois do primeiro depoimento, Bibi confessou que colocou a substância no leite, mas reiterou que queria matar apenas o marido. De acordo com a imprensa local, a jovem não mostrou remorso quando soube da morte dos outros membros da família.

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Para a paquistanesa, tudo não passou de um acidente. As autoridades locais querem interrogar a mulher por um período mais longo, para descobrir mais detalhes do crime.

Conforme as investigações, Lashari também foi preso por ter fornecido o veneno para a jovem. A jovem também afirmou que avisou aos pais que cometeria “atos extremos” se o casamento fosse adiante. Apesar de parecer estranho no Brasil, casamentos arranjados e assassinatos decorrentes desse tipo de matrimônio são comuns nas regiões rurais e pobres do Paquistão.

Com informações (news365)

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