Homem de 23 anos mata ex-mulher de apenas 17 anos após fim do casamento

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Vanilton Laurindo de Souza, de 23 anos, não aceitava o fim do relacionamento com a mulher, identificada como Vitória Carolina de Lana, de apenas 17 anos. Como a jovem não queria reatar o casamento, que tinha como fruto um filho de apenas 2 anos, Vanilton decidiu cometer um crime contra a vida da adolescente e depois contra a própria vida.

Na última sexta-feira (17), o homem, já sabendo o que pretendia fazer, decidiu fazer uma visita à jovem na pequena cidade de Grão Mogol, localidade rural. Ao chegar no local, o pai da vítima contou que Vitória havia saído com Vanilton e o filho para uma lavoura.

A jovem estava com um telefone celular. Lá, o suspeito deu dois tiros na ex-esposa, um acertou o peito e outro a perna. Depois, apontou a arma para própria cabeça e tirou a sua vida. Tudo foi presenciado pela criança. O crime aconteceu por volta das 16h.

Uma arma calibre 32 foi apreendida na lavoura. A imprensa tentou contato com a Polícia de Ervália, para saber mais informações sobre o caso. No entanto, as autoridades não quiseram revelar mais sobre o crime.

O crime acontece na mesma época em que a lei do feminicídio está completando dois anos no Brasil. A nova legislação é importante para diminuir os casos contra a vida das mulheres, principalmente por violência doméstica.

No entanto, os números mostram que o país está longe de dias melhores para o público feminino. A Organização Mundial de Saúde (OMS) que a cada 100 mil mulheres no país, 4,8 são vítimas – um índice alto.  Além disso, há um sério aumento nos casos comparado com o século passado.

Entre 1980 e 2013 foram 106 mil vítimas fatais no Brasil. O maior índice é entre 2003 e 2013, em que a média anual de assassinatos de mulheres subiu de 1,8 mil para 2,7 mil. Em 83% dos casos são um familiar ou o parceiro os responsáveis por tirar a vida da mulher.

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Esse caso, assim como o de Kelly Cadamuro e outros ainda, mostram que o Brasil precisa de um reforço para a segurança das mulheres. A lei, por si só, está aumentando a pena para os crimes cometidos contra elas, mas ainda não está conseguindo reduzir os casos. Para especialistas, mais esforços precisam ser feitos além da legislação.

Fonte : news365

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