Cúpula da PF começa a preparar prisão de Lula; Veja

Prisão de Lula começa a ser planejada pela cúpula da PF.

(Foto: Reprodução/Internet)

A condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a 12 anos e um mês de prisão pelo caso do triplex do Guarujá já mobiliza as autoridades para definir como será o cumprimento da ordem para deter o petista.

A alta cúpula da Polícia Federal já estaria discutindo um possível acordo com a defesa para que o principal líder do PT não tenha de seguir de camburão para o local do cumprimento da pena.

A informação foi divulgada pela jornalista Andreza Matais, da Coluna do Estadão, e já está entre os assuntos mais comentados do Twitter desta quinta-feira (25), dia seguinte ao julgamento do recurso de Lula pelo Tribunal Regional Federal (TRF4).

Segundo a colunista, há preocupação na PF sobre como proceder, pois, buscar Lula em casa de camburão poderia ter a mesma repercussão negativa de quando o petista foi conduzido coercitivamente para prestar depoimento.

Diante da comoção nacional, tanto dos que defendem quanto dos que são contra o ex-presidente, os delegados entendem que a prisão tem que ser bem articulada para garantir a segurança de Lula e dos policiais.

Sem diploma e prisão especial
A pena será cumprida assim que forem julgados os embargos à decisão de condenar lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Por não ter curso superior, Lula não terá direito a prisão especial.

De acordo com a coluna, uma ideia é combinar com os advogados para que Lula se apresente no local determinado para o cumprimento da pena. Segundo as conversas, a PF deve pedir que o juiz especifique o local onde a pena será cumprida e para quem Lula deve ser entregue.

A polícia tem autorização para buscar o ex-presidente assim que o Judiciário determinar a execução da pena.

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A assessoria de imprensa da PF não confirmou as informações sobre o planejamento da prisão de Lula.

A prisão dos condenados em segunda instância com o fim dos recursos no próprio tribunal que proferir a decisão foi um entendimento do Supremo Tribunal Federal no ano passado.

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