Globo conecta Flavio Bolsonaro com caso Marielle Franco

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Lauro Jardim diz que Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), “se abrigou numa casa na favela de Rio das Pedras”, na Zona Oeste do Rio, após ter seu nome divulgado em reportagem do jornal “Estadão”

A favela é a segunda maior da cidade e dominada pela milícia mais antiga do Rio de Janeiro.

O jornalista do “O Globo” não apresentou nada que comprovasse a sua denúncia.

Lauro Jardim foi o autor de uma das maiores fake news de 2018 após dizer que o presidente Jair Bolsonaro tinha sugerido metralhar a favela da Rocinha.

Com o histórico de imprecisões do jornalista, é importante manter o pé atrás sobre esta informação até que algum tipo de prova seja apresentada.

Prisão de policiais cariocas envolvidos com milícias
Uma força-tarefa do Ministério Público e da Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, nesta terça-feira (22), cinco suspeitos de integrar uma milícia que age em grilagem de terras. Entre eles, está um major da PM e um tenente reformado.

O grupo é suspeito de comprar e vender imóveis construídos ilegalmente na Zona Oeste do Rio, além de crimes relacionados à ação da milícia nas comunidades de Rio das Pedras, Muzema e adjacências, informa o “G1“.

O major Ronald, um dos presos na operação desta terça-feira (22) foi homenageado em 2004 pelo então deputado estadual Flávio Bolsonaro, que propôs moção de louvor. Um foragido, o capitão Adriano, também recebeu a mesma condecoração do filho do presidente.

Segundo “O Globo“, Adriano também é amigo de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio e investigado sob suspeita de recolher parte dos salários de funcionários do político, o famoso “esquema rachid“.

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A conexão entre Flávio Bolsonaro e Marielle Franco
O segundo trecho da narrativa desenvolvida aos poucos pela grande mídia conecta o senador eleito Flavio Bolsonaro com o assassinato da vereadora Marielle Franco.

Em matéria publicada pelo mesmo jornal “O Globo“, nesta terça-feira (22), Flavio teria empregado duas familiares do capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, um dos presos na operação policial desta manhã.

  • De acordo com o jornal:

“O gabinete do senador eleito e ex-deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) empregou até novembro do ano passado a mãe e a mulher do capitão Adriano Magalhães da Nóbrega , tido pelo Ministério Público do Rio como o homem-forte do Escritório do Crime , organização suspeita do assassinato de Marielle Franco.

A mãe de Adriano, Raimunda Veras Magalhães, e a mulher, Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega, ocuparam cargos no gabinete de Flávio Bolsonaro. Elas tinham o cargo CCDAL-5, com salários de R$ 6.490,35. Segundo o Diário Oficial do Estado, ambas foram exoneradas a pedido no dia 13 de novembro de 2018.”

Seu Escritório do Crime recebe “encomendas” de qualquer um que pague bem, mas seu principal cliente, a partir da denúncia do Ministério Público, sempre foi a contravenção, em especial um dos mais perigosos bicheiros do Rio de Janeiro.

  • Repercussão nas redes sociai

Após a publicação da matéria do jornal “O Globo“, a militância esquerdista tratou de levantar a hashtag #FlavioBolsonaroNaCadeia. No momento da publicação desta matéria, a tag já é uma das mais compartilhadas no Brasil.

A maior parte dos tuítes já estão fazendo a conexão entre o senador eleito e o crime envolvendo a ex-vereadora psolista Marielle Franco.

Com informaçoes: renovamidia.com