Lutadora de jiu-jitsu é morta no dia do seu aniversário

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Foto: Reprodução/Divulgação

Uma lutadora de jiu-jitsu de 26 anos foi morta com quatro tiros enquanto comemorava seu aniversário, em Manaus (AM). Patrícia da Cunha Leite se preparava para o seu primeiro campeonato. A polícia trabalha com a hipótese de vingança.

Testemunhas informaram à Polícia Civil que quatro homens invadiram a festa de aniversário, por volta de 0h. Os suspeitos entraram na residência e renderam os convidados, depois, localizaram Patrícia na área da piscina. Em seguida, dispararam diversas vezes e três tiros atingiram a cabeça da lutadora.

Patrícia foi socorrida e encaminhada ao Pronto Socorro João Lúcio, mas, durante a tarde, não resistiu aos ferimentos e morreu.Os suspeitos conseguiram fugir, mas foram capturados no mesmo dia. Três estão presos e um está foragido.

Eles devem responder, segundo a polícia, pelos crimes de homicídio, roubo majorado, cárcere privado e associação criminosa. A família disse que a jovem estava se preparando para o seu primeiro campeonato de jiu-jitsu, e caso ela viesse a ganhar, iria utilizar o dinheiro recebido para dar entrada em uma faculdade.

Vingança

Uma das melhores amigas da lutadora, Luciane Cardoso contou à Record TV que seu ex-namorado foi preso por ligação à morte de Patrícia. Ela disse que ele tinha comportamento agressivo e que muitas vezes a agrediu. Por causa da violência, ela terminou o relacionamento de 11 meses no início deste ano.

O término do relacionamento teve influência de Patrícia, que sempre dizia para a amiga que a relação não era saudável, uma vez que ele a agredia. “A Patrícia, depois disso, me mandou diversas mensagens falando que ele passava na rua dela todos os dias”, disse. Assim sendo, vingança é uma das hipóteses que a Polícia Civil trabalha como a motivação do crime.

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No dia da morte da lutadora, Luciane contou que sua mãe passou mal, por volta de 23h. Em seguida, ela disse que a levou em uma farmácia e que não retornou ao aniversário. “Pouco tempo depois, aconteceu isso (a morte), mas eu não sabia. Eu fui saber era 10h da manhã”, relatou. “A última coisa que eu ouvi da Patrícia foi que ela me amava.”

Fonte: R7

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