A família de Júlio da Silva Rosa, de 21 anos, busca justiça após o jovem ter sido encontrado morto no dia 6 de março, em uma cela da Casa de Custódia de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba.

Conforme a defesa do detento, ele havia sido condenado a sete anos de prisão acusado de roubar uma casa, cumpriu um ano em regime fechado e teve a pena reduzida para seis anos e meio em regime semiaberto com tornozeleira eletrônica.

No entanto, Júlio foi preso novamente no dia 22 de fevereiro, após uma decisão equívoca da Justiça que somou as duas penas do jovem como se fossem de crimes diferentes, resultando em 13 anos de detenção em regime fechado. A advogada da família foi notificada no dia 26 de fevereiro e entrou com um pedido para soltar Júlio e reparar o erro no dia 27.

O contramandado de prisão foi expedido no dia 1º de março. Conforme o Departamento Penitenciário do Paraná (Depen), o contramandado chegou após o expediente e, por isso, o detento só seria solto após o recesso do feriado. No mesmo dia que seria solto, no dia 6 de março, Júlio foi encontrado morto.

A família do homem afirmou que ele pretendia mudar de vida e havia saído do mundo do crime. Júlio deixa mulher e dois filhos, de um e três anos.

Fonte: Massa News

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