Após um início de temporada com questionamentos, o Corinthians parece estar se ajeitando dentro de campo. A equipe lidera seu grupo no Campeonato Paulista e já está classificada para as quartas de final do torneio.

Nos clássicos do ano, a equipe está invicta, com duas vitórias – sobre Palmeiras e São Paulo, e dois empates contra o Santos, se for contabilizado o amistoso disputado entre os dois times no início do ano. Em contrapartida, fora dos gramados, o Timão sofreu uma derrota nesta quarta-feira (20).

A justiça de São Paulo negou recurso do clube alvinegro para evitar a penhora da taça do Mundial de Clubes, conquistado pela agremiação em 2012. A decisão favorece um pedido do Instituto Santanense de Ensino Superior, que cobra do Corinthians uma dívida.

A decisão de negar o recurso corintiano foi tomada na tarde desta quarta-feira, pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. A negativa do recurso ainda não foi publicada oficialmente. O Corinthians afirmou que ainda não foi notificado e, por isso, não irá se posicionar por enquanto.

Em novembro de 2018, o Corinthians entrou com esse recurso e conseguiu suspender a penhora do troféu naquele ano. O processo foi gerado por causa de uma dívida de 2,5 milhões de reais que o clube teria com o Instituto Santanense de Ensino Superior.

Com a decisão desta quarta, a penhora volta a vigorar, mas o clube não deve ter a taça apreendida. A única restrição que será imposta é a proibição de qualquer atividade com o troféu, como retirá-lo do país, por exemplo. Ainda cabe recurso à decisão favorável à penhora, que foi de primeira instância.

Antes de solicitar a penhora do troféu de campeão mundial do Corinthians, o Instituto Santanense havia pedido o bloqueio de contas e recebíveis do clube por meio de operadoras de cartões de crédito.

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A instituição também pediu a penhora de parte da premiação da Copa do Brasil de 2018, na qual a equipe ficou com o vice-campeonato, e também do dinheiro da venda do meia Rodriguinho ao Pyramids, do Egito.

Fonte: 90min.com

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