A Polícia Civil recuperou, na tarde desta sexta-feira (22), os itens furtados da escola municipal Norman Prochet, no Jardim Guanabara, zona sul de Londrina, durante a madrugada. Conforme o superintendente da Polícia Civil de Londrina, José Marcio Ilkiu, equipes localizaram 31 objetos entre notebooks, tablets e chromebooks, por volta das 15h30. “Os objetos estavam em uma residência no Jardim Olímpico. O proprietário não estava, mas as diligências prosseguem já com suspeitos. Assim que forem reconhecidos será pedida a prisão”, esclarece Ilkiu.

Segundo Margarida Cândida Silva Lopes, diretora da escola municipal Norman Prochet, ao todo foram furtados 28 notebooks, quatro chromebooks, quatro tablets, duas caixas de som, uma maquininha de cartão e cerca de R$ 1.500 em espécie.

“Os equipamentos foram doados à escola e eram usados por professores e alunos. Os assaltantes arrombaram somente a parte administrativa da escola. Eles pularam o muro, cortaram todas as correntes, viraram as câmeras de segurança e arrombaram cinco portas, que ficaram totalmente danificadas”, relata.

Em relação ao dinheiro furtado, a diretora explicou que era de uma rifa de páscoa que a escola realizou e também de docinhos que a equipe vendeu para arrecadar fundos para a formatura do 5º ano.

De acordo com Lopes, uma equipe da prefeitura já esteve na escola para arrumar as portas. “Os demais estragos devem ser consertados ainda hoje (sexta). Além disso, nós solicitamos novamente que a Guarda Municipal monitore a instituição no final de semana”, afirma.

Ainda conforme a diretora, no fim do ano uma porta foi arrombada e assaltantes levaram dinheiro da caixinha do lanche dos professores. “Chegaram a tirar alguns computadores do lugar, mas largaram pelo caminho. Na ocasião, chegamos a pedir uma reunião com a Guarda Municipal e Polícia Militar para encontrar soluções para a segurança da escola”, esclarece.

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Em seguida, a diretora contou à reportagem que o pai de um aluno entrou em contato com um empresário de São Paulo, que doou R$ 28 mil em câmeras. “O pai de um outro aluno fez a instalação das câmeras e eu pedi para a Guarda Municipal monitorar no mês de dezembro. Depois, recebi um ofício dizendo que poderiam monitorar apenas três câmeras, mas até hoje não monitoraram. Caso estivessem monitorando talvez isso não teria acontecido. Acho que é uma política que a prefeitura precisa ter nas escolas”, ressalta.

As aulas foram realizadas normalmente nesta sexta-feira (22), pois somente a área administrativa foi danificada.

Fonte: Bonde

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